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O filme italiano dirigido por Giulio Manfredonia de 2008, conta a história de um grupo de pessoas com transtornos mentais, ex pacientes de um hospital psiquiátrico que tentam se desprender das amarras manicomiais. Nello, um sindicalista demitido do sindicato, passa a trabalhar na cooperativa da qual os “doentes mentais” frequentavam, propondo ao grupo substituir as esmolas assistencialistas que recebiam por um trabalho de verdade, inventando para cada membro atividades adaptadas às suas capacidades. A partir daí os sujeitos saem do estigma de “doentes mentais” da qual foram rotulados e tornam-se os sócios de Nello, recebendo dinheiro e realizando negócios com pessoas importantes da sociedade. O grupo realmente se transforma: começam a interagir socialmente com outros, a conhecer seus gostos, suas potencialidades, o que gostariam de fazer de suas vidas etc.
O filme nos convida a refletir, portanto, sobre as dificuldades e preconceitos da sociedade para com os “loucos”. Traz à tona a questão da humanização do cuidado das pessoas com sofrimento psíquico, demonstrando que estas podem sim ingressar no mercado de trabalho e construir rotinas próprias. Além disso, a obra critica a medicalização desses sujeitos, convidando-nos a pensar em outras práticas de promoção de saúde pautadas principalmente na autonomia, liberdade e dignidade dos indivíduos.
O filme italiano dirigido por Giulio Manfredonia de 2008, conta a história de um grupo de pessoas com transtornos mentais, ex pacientes de um hospital psiquiátrico que tentam se desprender das amarras manicomiais. Nello, um sindicalista demitido do sindicato, passa a trabalhar na cooperativa da qual os “doentes mentais” frequentavam, propondo ao grupo substituir as esmolas assistencialistas que recebiam por um trabalho de verdade, inventando para cada membro atividades adaptadas às suas capacidades. A partir daí os sujeitos saem do estigma de “doentes mentais” da qual foram rotulados e tornam-se os sócios de Nello, recebendo dinheiro e realizando negócios com pessoas importantes da sociedade. O grupo realmente se transforma: começam a interagir socialmente com outros, a conhecer seus gostos, suas potencialidades, o que gostariam de fazer de suas vidas etc.
O filme nos convida a refletir, portanto, sobre as dificuldades e preconceitos da sociedade para com os “loucos”. Traz à tona a questão da humanização do cuidado das pessoas com sofrimento psíquico, demonstrando que estas podem sim ingressar no mercado de trabalho e construir rotinas próprias. Além disso, a obra critica a medicalização desses sujeitos, convidando-nos a pensar em outras práticas de promoção de saúde pautadas principalmente na autonomia, liberdade e dignidade dos indivíduos.
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